Com carinho,Deborah


Lápis de cor é amor. Muito amor.
foto: shinysquirrel"...Eu quero muita coisa, quero viver assim, desse jeito, intensamente, do meu jeito, quero ser a dona da historia, quero eu dar o passo, não quero que façam por mim. Estou aqui para conquistar meu espaço e o espaço é grande, é difícil, mas não impossível. Eu só quero viver, simples assim, leve como asas pra poder voar de um lugar para o outro e ter vocês na minha lembrança, eu quero a vida solta, sem medos, quero ter a certeza do que estou fazendo, para qual motivo, não gosto de nada vazio, nada em vão, e tenho esse mundo para preencher.... Eu só quero sentir o gosto da leveza...
por Iara Batoni, amiga querida, especial, estilista, poetisa nas horas vagas e que tem uma sede da vida e do mundo invejável de linda!
Com carinho,
Deborah

Achei esse texto perdido no facebook de alguém. A foto veio junto. Pode parecer bobinho e clichê, mas adorei os desejos tão simples e tão gostosos!
ELE anda cansado das baladas e dos casos furtivos sem sentimentos. Aprendeu a gostar da própria companhia, sem precisar estar em uma turma de amigos todos os sábados. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que traga um sabor doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. Que ele possa exibir os seus dons na cozinha e o seu conhecimento em vinhos, só para ela.
Quer uma mulher que ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da semana. Quer viver uma paixão tranqüila e turbulenta de desejos… quer ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “caçando” companhias vazias e encontros efêmeros. Quer deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto ela, de short jeans, camiseta e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá, quer deitar na cama desejando que ela saia do banho com uma lingerie de tirar o fôlego.
Quer brincar de guerra de travesseiros, até que o perdedor vá até a cozinha pegar água. Quer o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram, o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quer provar que pode fazer essa mulher feliz!
ELA quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se machucar. Então percebeu que a vida de solteira já não está fazendo tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro…Que pode nem ser eterno, mas que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz, quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos, as expectativas dos planos construídos, o grito de “gol” estremecendo a casa quando o time dele estiver ganhando, a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer observá-lo sem camisa, lendo o jornal na varanda… quer reclamar da bagunça no banheiro, rindo e gritando quando ele revidar puxando-a para o chuveiro, completamente vestida.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo o brigadeiro da doceria que ela gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo, materializada nele. Quer provar que pode fazer esse homem feliz!
ELES estão por aí, sonhando um com o outro… Talvez ainda nem se conheçam, mas é só uma questão de tempo, até o destino unir essas vidas que se complementam e estão ávidas para amar e fazer o outro feliz.
Ou alguém duvida que o universo traz aquilo que desejamos?
Com carinho,
Deborah

Amigo jornalista, designer e viciado em Beatles. Quer combinação melhor?!"Eu não desisto
Assim tão fácil
Das coisas que
Eu quero fazer
E ainda não fiz
Na vida tudo tem seu preço
Seu valor
E eu só quero dessa vida
É ser feliz
Eu não abro mão..."
Eu quero saber bem mais que os meus 20 e poucos anos! Se pudesse, viveria tudo de novo e mais um pouco! Que o Homem lá em cima possa encher minha vida com ainda mais graça! Obrigada por todas as pessoas que fazem parte da minha história e que fazem do meu mundo um lugar melhor, mais belo e colorido!
Que assim seja sempre, Amém!
Com carinho,
Deborah

Por Daniela Arrais, jornalista e autora do blog Don't Touch my Moleschine para o YouPix
Todo mundo é feliz na internet. E que assim seja, porque se tem uma coisa que a rede mundial de computadores permite é que você edite sua vida.
Muita gente faz isso no mundo offline. A diferença é que, quando 500 pessoas atualizam seus status, você recebe uma avalanche de informação que não teria condições de acompanhar na vida real. É mais fácil ler toda sua timeline do que marcar encontro com cada um que posta ali.
O Facebook vira, então, um reality show – 24 horas por dia, sete dias por semana – de pessoas compartilhando suas vidas incríveis, bem-sucedidas, de viajantes do mundo que não passam por nenhum drama. Quase sempre a vida dos outros parece melhor do que a nossa.
É possível ser feliz o tempo todo? Todo mundo sabe que não. Mas ninguém se furta de pensar coisas do tipo: “Nossa, a vida de fulana é tão organizada. Ela, na minha idade, já tem casa, marido e filhos.” A internet é linda, mas causa uma ansiedade enorme na gente.
Talvez isso aconteça porque passar horas na internet cria um ciclo vicioso. Você está ali, sente necessidade de falar alguma coisa, de compartilhar uma música que seja. Faz isso, recebe um like, alguns comentários e já sente vontade de falar mais. No meio tempo, acompanha a vida dos outros como se fosse um Melrose Place…
Fico aqui pensando numa solução. E acho que parte dela ela está numa campanha por um mundo virtual mais real, com mais gente de verdade. Afinal, nem lá nem cá, talvez só na TV, as pessoas vivem num comercial de margarina, né?
Era tudo o que eu queria ler nessa segunda-feira! Dani e suas sutilezas diárias.
Sem saber o que escrever, fechei meu facebook.
Com carinho,
Deborah
Adoro intervenções urbanas!
E pôs meu frágil coração na cruz
No teu penoso altar particular
Sei lá, a tua ausência me causou o caos
No breu de hoje eu sinto que
O tempo da cura tornou a tristeza normal
E então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo faço melhor do que lhe parecer
Teu cais deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio esperando a resposta ao que chamo de amor
Altar Particular - Maria Gadu



Bon apetit!
Meu blog foi preenchido por um grande vazio a quase dois meses. A cabeça borbulhando de trabalho, cousas, ideias e mais ideais me renderam uma boa pausa por aqui.
Se foi triste para alguns de vocês, meus queridos leitores, foi mais triste pra mim. Afinal, esse espaço foi criado para eu expor o que gosto, sinto e acredito, e não fazer isso constantemente me causou uma certa melancolia.
Saldo positivo: descobri mais uma coisinha a toa que me deixa feliz, escrever no blog!
Por isso, agora eu voltei com boas energias, mente criativa e vibrações super positivas, pra mim, pra você & etc.
Com carinho,
Deborah
O texto é extenso, mas garanto que a leitura será muito proveitosa.
A alegria é um produto de mercado – por Arnaldo Jabor para O Estadão
Você deve estar pensando: “Nossa, mas essa menina que escreve o blog é muito melancólica e infeliz”. Não. Apenas quero mostrar que você não é obrigado a ser a pessoa mais feliz do mundo todos os dias. A tristeza é natural e necessária. Um basta a comercialização de sorrisos e alegria barata! O importante é o sentimento de dentro pra fora, seja ele triste ou feliz.
Com carinho,
Deborah

"O caminho, cada um terá que descobrí-lo por si.
Descobrirá, caminhando. Contudo, jamais seu caminhar será aleatório...
Caminhando saberá. Andando, o indivíduo configura o seu caminhar. Criando
formas, dentro de si e em redor de si. E assim, como na arte, o artista se
procura nas formas da imagem criada, nas formas do seu fazer, nas formas do seu
viver. Certamente, chegará a seu destino. Encontrando, saberá o que buscou."
Fayga OstrowerUma ode a minha querida Iara, que mesmo na dor ela consegue ser artista e ainda mais íntegra e vitoriosa! Eu me orgulho...
Com carinho,
Deborah
